sábado, 10 de julho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Crise?
Pelo que se ouve, diz, escreve e sente não parece ou pelo menos não é só isso, uma crise. Creio tratar-se mais de uma mudança em larga escala na forma de pensar a economia e a política. A confortável ideia de quem vier a trás que feche a porta já não funciona porque pode não haver porta para sair ou entrar. Gastar tudo ao deus dará, recursos e dinheiro, para alimentar o vazio discurso do desenvolvimento também já não dá resultado. Nem é verdade, nunca foi, que possa algum dia haver empregos para toda a gente. Está na hora dos Estados fazerem uma dieta muito rigorosa e os governos, entre outras atenções, dispensarem a devida atenção à economia de subsistência. Não rende impostos, é certo, mas é ouro nos tempos que correm porque afinal parece que o tal desenvolvimento não a pode dispensar ficando, se o fizer, sem qualquer porta de serventia. É bom que se vá pensando no assunto já que o enunciado está feito: o crédito à produção é uma óptima ideia mas ao consumo é um desastre.terça-feira, 11 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
Que força é essa, amigo?
Na cidade da Praia ouvem-se foguetes, algazarra, e dezenas de carros buzinam ostentando bandeiras e dísticos do Benfica e milhares de pessoas estão na rua. Estão todos eufóricos.Conclusão, há 12 727 dias, ou 424 meses, ou 34 anos Cabo Verde oficializou a independência de Portugal mas não do Benfica. Que força é essa que trazes no peito?
sábado, 6 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
Quem espera desespera.
Há muitos meses uma noite tempestuosa fê-lo encalhar na Praia Negra. Ali ficou à espera de autoridade e destino. Nada aconteceu. Farto de esperar, desesperou como nós quando o nosso destino depende da Administração Pública de um Estado em bem-maria célere em acusar mas lento em cumprir, aproveitando maré e corrente veio, por si só, sentar o casco agora na Praia da Gamboa. Mais perto do Palácio do Governo e da Assembleia Nacional talvez para fazer lembrar aos que têm a cansada tarefa de governar que não seria má ideia rebocá-lo para sítio seguro e afundá-lo para que sirva de recife artificial a quem mora lá no fundo azul. Ao menos isso.domingo, 28 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Começo por aqui.

Como não é fracturante é uma boa causa. Faz bem à saúde da Capital... e às pessoas.
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